JAC lança o T40 no Brasil

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Mais um pseudo-SUV desembarca no mercado brasileiro: o chinês JAC T40. Na verdade, o modelo não passa de um hatch aventureiro: o próprio fabricante aponta como concorrentes o Hyundai HB20X, o Volkswagen CrossFox, o Renault Sandero Stepway e o Chevrolet Onix Activ. Em posição intermediária na gama da marca asiática, a novidade ocupa a lacuna entre o T5 e o J3.

A versão de entrada do T40, batizada de Pack 2, custa R$ 56.990 e traz ar-condicionado, direção elétrica, assistente de partida em rampa, controles eletrônicos de estabilidade e tração, faróis de neblina, ganchos Isofix para fixação de cadeirinhas, monitoramento da pressão dos pneus, retrovisores elétricos, rodas de liga leve de 16 polegadas e sensores de estacionamento traseiros e crepuscular, além dos obrigatórios por lei freios ABS e airbags frontais. Porém, por enquanto, essa configuração ainda não está nas lojas.

Por enquanto, o T40 é comercializado apenas na versão Pack 3, que custa R$ 58.99 e acrescenta câmera frontal no retrovisor interno, câmera traseira de manobras, controlador de velocidade, luzes diurnas em LEDs, retrovisor interno eletrocrômico, tela multimídia de oito polegadas e volante revestido em couro. A pintura bicolor é opcional e aumenta o preço em R$ 1.990.

Mecanicamente, o T5 traz componentes já utilizados por outros carros da JAC. O motor, por exemplo, é o 1.5 16V VVT de 127 cv de potência com etanol e 125 cv com gasolina, a 6.000 rpm, além de 15,7 kgfm de torque com o combustível vegetal e de 15,5 kgfm com o derivado do petróleo, a 4.000 rpm. Por enquanto, o modelo é oferecido unicamente com câmbio manual de cinco marchas, mas o fabricante já informou que, em 2018, oferecerá também um automático do tipo CVT.

O Grupo SHC, representante da JAC Motors no Brasil, anunciou que irá montar o T40, assim como o T5 a partir de 2019, em Camaçari (BA). Até lá, a empresa espera ter solucionado o imbróglio envolvendo a fábrica: inicialmente, ela seria maior e operada pela matriz da empresa, mas, após a crise que se instalou no mercado nacional, o próprio importador assumirá as instalações, que têm previsão de funcional com alto índice de peças importadas. O problema é que o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) concedeu benefícios fiscais para a construção da planta; como o cronograma não foi cumprido, a licença da obra foi suspensa. O caso está na justiça.

Fotos: JAC Motors/Divulgação

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